segunda-feira, 8 de novembro de 2010

 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1842/imagens/experiencia.jpg
 SIMULANDO A PERMEABILIDADE DA MEMBRANA
Este experimento permite simular a passagem seletiva de substâncias através da membrana celular. Para realizá-lo são necessários: um pedaço de filme de PVC (plástico fino e aderente para envolver alimentos), uma colher de amido, um copo com água e iodo.
Dica! – Este experimento é simples e rápido. Forme pequenos grupos e providencie material para todos eles. Todos poderão realizá-lo simultaneamente.
Inicialmente peça que os alunos coloquem um pouco de amido em um pires e acrescentem uma gota de iodo sobre ele, registrando o que ocorre.
Em seguida deverão colocar água no copo com um pouco de iodo. Introduzir o plástico no copo com uma colher de amido, formando uma pequena bolsa. Acrescentar um pouco de água no amido e fechar o plástico, deixando preso em um dos lados do copo. Aguardar alguns minutos e registrar o que ocorre. (Veja foto)
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Peça para que os alunos analisem o experimento e registrem em seus cadernos respostas para as seguintes questões:
• Considerando que o plástico representa uma membrana que limita um meio interno e outro externo, determine quais as substâncias presentes nesses dois meios.
• Qual das substâncias atravessa o filme plástico? De onde para onde? Como se pode concluir essa informação?
• Qual a provável razão pela qual apenas uma das substâncias atravessa o filme plástico? Por que isso ocorre?

O professor pode, neste momento, explicar para os alunos o fenômeno DIFUSÃO, resultante da passagem espontânea de partículas (SOLUTO) de um meio mais concentrado para outro menos concentrado (“quem tem mais dá para quem tem menos”), separados por uma membrana. Também neste momento pode explicar os termos hipertônico, hipotônico e isotônico, quando comparamos concentrações de substancias de diferentes meios.
 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1842/imagens/experiencia.jpg
REAÇÃO CELULAR EM MEIOS: HIPOTÔNICO, ISOTÔNICO E HIPERTÔNICO
Dica! – Este experimento, embora simples, exige um tempo maior de realização. O professor pode prepará-lo horas antes da aula ou ainda orientar para que seja realizado em casa. Os alunos poderão trazer as anotações sobre o que foi observado para discutir os resultados na escola.
Para realizar a experiência recorte três pequenas tiras de mesmo tamanho, finas e retas de pimentão. Coloque uma delas num recipiente com água destilada, outra com água da torneira e outra em água com uma colher de sal. Numere os três recipientes e estabeleça o seguinte: 1 – para solução HIPOTÔNICA; 2 – para solução ISOTÔNICA e 3 – para solução HIPERTÔNICA.
Após algumas horas (ou até mesmo no dia seguinte) as tiras de pimentão deverão ser retiradas dos recipientes e colocadas em uma superfície limpa, com a casca sempre voltada para o mesmo lado. (Veja foto)
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1842/imagens/pimentao.jpg
Peça para que os alunos analisem o experimento e registrem em seus cadernos respostas para as seguintes questões:
• Por que a tira de pimentão do primeiro recipiente curva-se na direção da casca, a do segundo recipiente não se curva e a do terceiro recipiente se curva para a direção da polpa do pimentão?
• Nesta experiência não se observa a passagem de solutos entre as células vegetais e o meio externo, mas sim a passagem do SOLVENTE – a ÁGUA. Como podemos deduzir em qual direção houve passagem de água entre os meios interno e externo em cada um dos recipientes?

Dica! – Oriente para que os alunos, ao final da experiência, toquem as tiras de pimentão com as mãos e sintam sua textura e rigidez. Isso ajuda a deduzir se as células estão com mais ou menos de água em seu interior.
Neste momento, o professor pode explicar para os alunos o fenômeno OSMOSE, resultante da passagem do SOLVENTE (neste caso a água) do meio menos concentrado para o mais concentrado (da mesma forma “quem tem mais dá para quem tem menos”, mas neste caso que tem mais é a água), em um meio onde a membrana impede a passagem do SOLUTO. Também neste momento pode explicar o termo SEMI-PERMEÁVEL.
Retirado do Portal do professor
Osmose

Este experimento tem por objetivo observar o processo de osmose através da membrana de um ovo. QUESTÃO PRÉVIA
É possível introduzir ou retirar matéria de um ovo sem quebrá-lo ou perfurá-lo?
Justifique sua resposta. TEMPO PREVISTO
4 a 5 dias. MATERIAL E REAGENTES

  • 2 béqueres de 300 mL (ou copos de vidro incolor)
  • 1 colher de sopa
  • 2 ovos de tamanhos iguais
  • 250 mL de vinagre
  • 250 g de açúcar

PROCEDIMENTO
Lave um ovo somente com água e coloque-o num béquer contendo cerca de 250 mL de vinagre. Durante 5 a 10 minutos, observe o que acontece. Ocorre alguma reação química? Anote todas as suas observações. Deixe o sistema em repouso por pelo menos um dia. Ao lado, deixe o outro ovo para comparação.
Após um dia ou mais, observe se houve alterações no sistema. Quais? Compare o tamanho do ovo mergulhado no vinagre com o do outro ovo. Com cuidado, para não romper a membrana do ovo, retire o vinagre do béquer segurando o ovo. Observe se o ovo ainda tem casca. A seguir, lave-o apenas com água, recoloque-o no béquer e adicione cerca de 250 mL da solução fria supersaturada de açúcar. Observe se ocorre alguma reação. O ovo flutua ou fica no fundo do béquer? Deixe o sistema em repouso por pelo menos mais um dia. Após esse período, retire cuidadosamente o ovo da solução de açúcar, lave-o e compare seu tamanho com o do outro ovo. Preparo da Solução

  • Solução supersaturada de açúcar - adicione 250 g de açúcar a cerca de 250 mL de água quente e continue aquecendo e mexendo até que a dissolução seja completa. A solução ficará amarelada e viscosa.

DISCUSSÃO

OBSERVAÇÕES

QUESTÕES
  1. Com relação ao aspecto físico, qual a diferença de um milho verde cozido em água com sal de outro cozido somente em água? Justifique.
  2. Como você pode usar o fenômeno da osmose para a conservação de alimentos?
  3. Você acha que peixe de água doce sobrevive em água do mar e vice-versa? Justifique.
  4. Do ponto de vista biológico, por que a membrana do ovo tem que ser permeável?
  5. Você observou que o ovo sem casca ficou submerso na solução de vinagre e flutuou na solução saturada de açúcar. Explique porque.
RESPOSTAS

  1. O milho verde cozido em água com sal murcha devido à perda de água para a solução, por osmose.
  2. A adição de sal à carne, por exemplo, faz com que a carne desidrate, ficando imprópria para o desenvolvimento de microorganismos.
  3. Com exceção de algumas espécies que se adaptam aos diferentes meios, não, por causa do fenômeno de osmose.
  4. Para permitir a troca de gases (O2/CO2), necessária para a respiração do feto.
  5. Devido à diferença de densidades.
Na primeira parte deste experimento, após o consumo da casca do ovo na reação com o ácido, o ovo fica envolvido apenas por uma membrana. Essa membrana é semipermeável, pois permite a passagem da água de uma solução mais diluída (meio hipotônico) para uma mais concentrada (meio hipertônico): esse processo de transferência da água através da membrana semipermeável é conhecido como osmose. No caso do ovo sem casca imerso no vinagre, a água da solução (vinagre) entra no ovo porque a concentração de solutos dentro do ovo é maior do que no vinagre. No caso do ovo inchado com água, em contato com a solução de açúcar, a água sai do interior do ovo porque a concentração de solutos no ovo agora é menor do que na solução.
O processo de osmose está presente em muitos mecanismos de transporte celular, principalmente entre células vegetais e microorganismos unicelulares. No caso dos vegetais ocorre o transporte de água do solo úmido (meio hipotônico) para o interior da raiz (meio hipertônico). No caso de microorganismos unicelulares, geralmente com concentrações de solutos bem maiores que o meio externo (água doce), ocorre transporte contínuo de água para o seu interior; para não estourar, o microorganismo precisa bombear para fora o excesso de água. O contrário ocorre em microorganismos unicelulares de água salgada, havendo gasto de energia para repor a perda de água para o meio exterior mais concentrado, impedindo que o microorganismo murche.
1 - A casca do ovo é formada, em grande parte, de carbonato de cálcio (CaCO3). Quando se coloca o ovo em contato com o vinagre, observa-se a evolução de gás carbônico devido à seguinte reação: 2H+(aq) + CaCO3(s) ® CO2(g) + H2O(l) + Ca+2(aq)
2 - Um fenômeno físico que também pode ser observado no início do experimento, é a flutuação do ovo com casca, associada à formação de uma camada de bolhas na superfície. Ocorre que a densidade do conjunto ovo/camada de bolhas é menor que a densidade só do ovo. A este fenômeno dá-se o nome de empuxo.
http://www.cdcc.sc.usp.br/quimica/experimentos
Retirando cobre de uma solução azul


Você vai precisar de:

- Sulfato de cobre.
- Um béquer com água.
- Barbante.
- Pregos.
- Espátula.



O que fazer:

- Coloque um pouco de sulfato de cobre em um béquer com água até obter uma solução azul intensa (utilize a espátula).
- Amarre um barbante no prego e mergulhe-o dentro do béquer.
- Espere alguns minutos e veja o que aconteceu com o prego.


O que aconteceu? Qual a reação química que explica este fenômeno?

http://www.cdcc.sc.usp.br/quimica/experimentos/ensinofund.html

terça-feira, 2 de novembro de 2010


Receita Massa de Porcelana ou biscuit




 
Receita de Massa de Porcelana Fria 

A porcelana fria é uma massa caseira que serve para fazer esculturas e que dentro de alguns dias ela seca, apresentando a consistência de plástico. Assim, ela evita que você faça a escultura e depois tenha que tirar uma cópia em gesso para ter uma escultura mais resistente ou para pintar. No entanto, em relação à massa de modelar, a massa de porcelana fria não permite tantos detalhes. Assim, ela é mais indicada para esculturas de objetos que não tenham detalhes muitos finos, o que deve ser deixado para fazer com massa de modelar. A massa de porcelana fria pode ser esculpida com os mesmos instrumentos e mesma técnica que é utilizada para a massa de modelar . Além disso, com a massa de pocelana fria é possível já fazer as esculturas com a cor já definida, sem precisar pintar. Isso é possível porque a massa de porcelana fria pode ser colorida quando você for prepará-la, de forma que quando ela secar ela já ficará com a cor que você escolheu.

Receita de Massa de Porcelana Fria:

Ingredientes: 2 xícaras de chá de cola branca; 2 xícaras de chá de amido de milho (Maizena); 1 colher de sopa de de suco de limão (esprema um limão e pegue essa quantidade); 2 colheres de sopa de vaselina líquida (comprada em famácias); 1 colher de sopa de creme para as mãos, tinta à oleo para pintar tela (quadros) afim de colorir a massa nas cores desejadas.

Modo de Preparo:  
1) Misture todos os ingredientes, exceto o creme para as mãos, em uma tigela de vidro e leve ao microondas em potência baixa por 1 minuto. Tire e misture a massa um pouco e coloque novamente no microondas por 1 minuto. Faça este procedimento por mais 2 vezes (num total de 3 vezes). Se não tiver microondas, não tem problema, leve a mistura ao fogo por 10 minutos até que a massa desgrude da panela. 
2) Coloque um pouco de creme para as mãos em uma superfície para você trabalhar a massa.  
3) Depois coloque a massa sobre essa superfície e coloque o restante do creme para as mãos e comece a amassar a massa para mistura-la com o creme. Se desejar coloque um pouco de tinta á oleo para colorir a massa. Se quiser em várias cores, separe quantidades de massa e coloque cada uma em uma cor. Se quiser uma massa de pequena espessura, use um rolo (ou cano de PVC) para amassar. Se quiser cortá-la use estilete. Lembre-se que a massa deve ser guardada enrolada em plástico. 

Fonte: http://www.geocities.com

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O soluço da garrafa PET
ARTESANATO CIENTÍFICO A sucata vira conceito
{Exclusividade do Feira de Ciências}
Prof. Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
ApresentaçãoVejo lá no canto do laboratório uma garrafa esquecida que começou a soluçar. Como?

Faça a montagem a seguir, para ver isso funcionando.
Material (versão 1)
Uma garrafa PET de 2 litros com o fundo cortado,
uma garrafa PET de 2 litros normal,
duas rolhas com um furo central (6 mm) em cada,
um tubinho de vidro e água (colorida).
Montagem

A garrafa superior tem seu fundo totalmente corta-
do (aberto para a atmosfera).  A energia inicial do
processo do soluço foi fornecida pelo operador ao
colocar a garrafa (1) cheia de água acima da gar-
rafa (2) vazia. O início do processo é espontânea.
Adapte as rolhas (ou as próprias tampas das garrafas) em ambas as garrafas e passe o tubinho através dos furos, unindo-as. Vire o conjunto, com a garrafa sem fundo para cima e despeje água. E só! Repare no que acontece (e explique!). Você sempre deve consultar seu professor e livros. 
Material (versão 2)
Duas garrafa PET de 1 ou 2 litros com o fundo furado (ø = 6 mm),
duas rolhas para os furos nos fundos das garrafas,
um tubinho de vidro (cerca de 8 cm)
e água (colorida).
MontagemA estrutura geral (base e suporte) segue o mesmo desenho da versão (1). Agora tanto a garrafa superior como a inferior apresentam furos nos seus fundos e deverão ser fechados mediante rolhas (cortiça ou borracha), conforme ilustramos abaixo. O tubinho de vidro deve atravessar as duas tampas das garrafas, ficando bem justos (uma camada de araldite de secagem rápida é recomendada).
ProcedimentoColoque firmemente as rolhas nos furos dos fundos, estando uma das garrafas cheia com água. Coloque o sistema no suporte com a garrafa cheia por cima (a água não cairá). Retire a rolha da garrafa superior e o processo de inicia. Quando o processo terminar, basta colocar a rolha na garrafa de cima, inverter todo o conjunto e retirar a rolha da nova garrafa que está por cima.
Quando a água da garrafa superior tiver "soluçado" pela metade, coloque a rolha na garrafa de cima; o soluço continuará, porém, com nova frequência e nova amplitude de "soluço", pois o equilíbrio de pressões foi modificado.
Como funcionaEssencialmente trata-se de um sistema massa-mola. O soluço da garrafa decorre da energia cinética dos jatos sucessivos. Para vencer a inércia desses jatos, a pressão do ar na garrafa inferior supera a pressão atmosférica (versão 1). No repouso, esse acréscimo de pressão é suficiente para aplicar forças que levantam a coluna de água, o que permite a saída de ar, re-equilibrando a pressão atmosférica na garrafa inferior.
 O peso da coluna de água da garrafa superior obriga nova quantidade de água a descer, perdendo energia potencial e ganhando energia cinética. O ciclo se repete até que toda água passe para a garrafa inferior.
 
O sistema é equivalente, como alertamos, ao conjunto massa-mola, quando a massa é abandonada a partir de uma posição em que a mola está ligeiramente comprimida.  No caso da mola origina-se uma oscilação harmônica; no da garrafa, uma oscilação de relaxação (movimento intermitente de período próprio).

O Manuseio e a Cultura Científica, são indispensáveis à formação dos jovens; o Artesanato Científico deve ser incentivado.
Geometria e Arquitetura com balas de goma e palitos
Prof. Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
Material
Um saco de balas de goma (jujubas).
Uma caixa de palitos de dente.
O QUE DEVO FAZER?
Vamos começar fazendo quadrados e cubos1- Comece com 4 palitos e 4 balas de goma. Espete os palitos nas balas para fazer um quadrado, com uma jujuba em cada canto.

2- Espete outro palito no topo de cada bala.
3- Coloque uma bala em cima de cada palito. Ligue estas balas de cima com palitos de dente para fazer um cubo. Um cubo tem um quadrado em cada lado (faces). Usa 8 jujubas nos cantos (vértices) e 12 palitos (arestas).
4- Use mais palitos e mais jujubas para fazer blocos de cubos. Quando a estrutura tiver cerca de 10 cm de altura ou de largura, tente mexe-la de um lado para o outro.
A sensação que você tem ao mexer com os blocos da estrutura é que ela parece ser uma estrutura sólida, rígida ou você a sente bem frágil?

Agora vamos fazer triângulos e pirâmides1- Comece com 3 balas de goma e 3 palitos. Espete os palitos nas balas para fazer um triângulo, com uma goma em cada canto (vértice).
2- Espete outro palito no topo de cada goma. Dobre os 3 palitos de dente em direção ao centro. (Os palitos podem ser espetados já um tanto inclinados).
3- Espete todos os 3 palitos em uma só goma para fazer uma pirâmide de três lados. A pirâmide de três lados tem um triângulo de cada lado (faces). Quantos vértices (gomas) tem esta pirâmide? E quantas arestas (palitos)?
4- Use outros palitos e mais balas de goma para obter novos triângulos de construção para acrescentar  aos lados de sua pirâmide, fazendo uma nova estrutura. Quando a estrutura tiver cerca de 10 cm de altura ou de largura, tente mexe-la de um lado para o outro, assim como fez com a estrutura de cubos.
A sensação que você tem ao mexer com os blocos desta nova estrutura é que ela parece ser uma estrutura sólida, rígida ou você a sente bem frágil?

Que tal Pirâmides de base quadrada?Você poderá fazer uma estrutura bem alta (ou bem larga) usando as formas quadrados e cubos, mas ficará bastante frágil e, provavelmente, tudo desabará!
Se você tentar fazer uma estrutura apenas com triângulos e pirâmides (alta ou larga), não ficará tão frágil, mas, provavelmente, você ficará sem jujubas e palitos antes de terminar seu projeto. Veja a figura 4 no terceiro desenho.
A pirâmide de quatro lados (faces) tem um quadrado na parte inferior (base) e triângulos em todas as quatro faces. Quando você faz uma estrutura que utiliza os triângulos e quadrados, você pode fazer grandes estruturas que são bem menos frágeis.
1- Construir um quadrado, em seguida, espetar um palito na parte superior de cada canto (vértice).
2- Dobre os 4 palitos para o centro e espete-os em uma bala de goma,
3- para fazer a pirâmide de base quadrada.
De que outros modos você consegue usar quadrados e triângulos juntos para fazer novas estruturas? Qual o tamanho de uma estrutura que você pode fazer antes de desmoronar tudo?
Qual a importância disso tudo ?
Alongamentos e esmagamentos (alguns princípios básicos)Ainda que sua estrutura fique de pé, deitada, mesmo parada, quietinha, suas peças estão sempre empurrando e puxando uma às outras. Isto sem contar com os empurrões e puxões que podem vir de fora!
Tais estruturas podem permanecer de pé, porque algumas peças estão sendo puxadas ou esticadas enquanto que outras partes estão sendo empurradas ou esmagadas. Estas peças que estão sendo puxadas estão sob tensão (ou tração); e aquelas que estão sendo esmagadas estão sobre compressão.
As vezes você pode descobrir se alguma coisa está sob tração (sendo esticada) ou compressão (sendo esmagada), simplesmente imaginando-se no lugar de tal objeto. Se você se imaginar estando no lugar de um tijolo e alguém colocar uma pilha de tijolos por cima, você se sentirá esmagado ou seja, sob compressão. Se você se imaginar sendo um cabo de aço pendurado em um forte galho e alguém se pendurar em seus pés, você se sentirá esticado, ou seja, sob tração.
Alguns materiais --- como os tijolos --- não são facilmente esmagados, pois eles resistem bem às compressões. Outros --- como os cabos de aço ou tiras de borracha --- não quebram facilmente quando você esticá-los, pois eles resistem bem à tração. Outros ainda --- como barras de aço ou palitos de madeira --- resistem bem tanto à compressão como à tensão. Em suma, eles foram fabricados justamente para isto!
A Ciência começa quando você passa a perceber coisas simples como: com um barbante eu não posso empurrar nada, só posso puxar ... e na sua própria direção!
Qual é então o segredo dos triângulos?
Como vocês provavelmente já descobriram, a estrutura quadrada (4 jujubas e 4 palitos) se deforma facilmente sob compressão. Suas articulações são frágeis. Um quadrado pode ser esmagado facilmente para formar um diamante (losango), como ilustramos abaixo.
Mas se você fizer um triângulo de palito, a situação muda. A única maneira de mudar os ângulos do triângulo é, por encurtamento de um dos seus lados.
Assim, para o colapso (deformação) do triângulo, você terá que empurrar com força suficiente para quebrar um dos palitos.
Se você quiser, você pode usar suas jujubas e palitos para construir algumas estruturas resistentes; elas devem ser feitas através da combinação de triângulos e quadrados. O padrão ilustrado acima (treliça) é um que é semelhante a alguns usados no projeto das mais modernas pontes e construções. Vá até sua quadra esportiva e olhe para cima. Agora você pode ver para que serve a Ciência!
Olhando para os demais triângulos nas estruturas ao seu redor você poderá colher idéias para outros projetos, usando jujubas e palitos.
Até equilibristas!


Coletânea de sólidos geométricos
Bom sucesso!

Ah! Como é bom fazer experiência
A experiência foi super legal.
Era sobre um submarino radical
Como será que acontecia?
Ele subia, ele descia.
Nosso submarino era a seringa
Como será que funcionava
A pergunta foi lançada
Por que flutuava e ao mesmo tempo afundava?
Primeiro escrevemos o que achamos
E uma boa hipótese levantamos
A professora queria que ele afundava
Mas não deu certo, ele só flutuava.
Resolvemos abrir a seringa
E deixar a água entrar
Aí a experiência deu certo
Ele foi logo afundar
Depois no caderno azul escrevemos
Porque sem água flutuava
E só com água afundava.
É porque no submarino
Tem um reservatório
E se não deixar a água entrar
Ele sempre vai flutuar.



        A experiência
Eu fiz três experiências
Todas elas com muito carinho
E anotei com muito cuidado
Todas no meu caderninho.
Em todas, mexemos com água
A primeira com um potinho
Ele era oco, dentro só tinha ar.
E a água deu um impulso e fez ele flutuar.
A segunda com um pauzinho e um pote com água
Feito uma vara de pescar
E mesmo assim a água tem sua força
Que fez o potinho flutuar.
A terceira com uma balancinha
E com pesos iguais, duas massinhas
Uma pendurada ficou dentro da água
Dentro das duas não tinha ar
E a água outra vez fez ela flutuar.



Nathália Santos Costa.
3a série, EE Elydia Benetti, São Carlos